
quinta-feira, 31 de janeiro de 2008
quarta-feira, 30 de janeiro de 2008
Você sabia?!

Que o urucum é muito usado também pelos índios para colorir o corpo e pintar cerâmicas?
Se não sabia, fica sabendo agora; se já sabia, refresca a memória. ;)
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
Bolo de Frutas Cristalizadas

Eu tinha em casa, além das frutas cristalizadas, outros ingredientes que eu queria colocar "na fila pra andar" porque estavam empacados no armário.
E lembrei desse bolo da Sheilinha (do blog "Entre erros e acertos") que eu tinha arquivado quando ela publicou.
O bolo tem consistência pesada, como um bolo de noiva, mas não perde a maciez. Por levar ingredientes de sabor marcante, fica difícil, para quem prova, saber o que vai na receita. É uma combinação pra lá de perfumada. Vai maçã, canela, cardamomo...
BOLO DE FRUTAS CRISTALIZADAS DA SHEILINHA
* 4 ovos;
* 1/2 x (chá) de óleo;
* 2 col (s) de manteiga em temperatura ambiente;
* 2 x (chá) de açúcar (1 de mascavo);
* 2 x de farinha de trigo;
* 1 col (sob) de fermento em pó;
* 1 col (café) de cravo em pó; (não usei)
* 1 col (café) de canela em pó;
* pistilos de 3 sementes de cardamomo;
* 3 maçãs sem casca em cubinhos;
* uva passa, frutas cristalizadas, cereja picada (não usei) e gotas de chocolate a gosto.
Bata no liqüidificador os ovos, o óleo e a manteiga. Aos poucos, junte os ingredientes secos - menos as frutas - e bata novamente. Se ficar muito pesado para tudo bater no liqüidificador, reserve parte da farinha de trigo para misturar com uma colher de pau. Despeje a massa em uma vasilha e adicione as frutas cristalizadas, mexendo, delicadamente. Acrescente o chocolate picado e leve para assar numa fôrma de bolo inglês untada e polvilada com uma mistura de açúcar e canela. Asse em fogo baixo (+- 180*) para não correr o risco de a massa tostar por fora e ficar crua por dentro.
domingo, 27 de janeiro de 2008
Como água para chocolate

* Se você também assistiu, deixe aqui a sua impressão.
sexta-feira, 25 de janeiro de 2008
Muito além da cozinha...

"A peça é uma adaptação do advogado Nilo Batista sobre o conto do escritor suíço Friedrich Dürrenmatt (1921-1990).
Em cena, o viajante, Alfred Traps (Henrique Pagnoncelli), alto executivo de uma empresa de informática, é hospedado na casa de um juiz de uma pequena cidade depois de ter seu carro danificado. O personagem é então convidado a jantar em compainha do anfitrião e de seus amigos, também antigos profissionais da justiça, que revivem suas profissões "brincando" de julgar a humanidade.
Em uma atmosfera que transita entre o real e o absurdo, a peça denuncia os delitos secretos que se escondem por trás dos sucessos de fachada ou de sociedades ditas normais.
Os elementos que compõem a narrativa merecem atenção. A comida servida em cena é de verdade e tem um significado dramatúrgico importante, pois representa uma metáfora sobre alimentação do próprio julgamento. Para isso, foi montada uma cozinha atrás do palco, garantindo a qualidade gastronômica do banquete. Outro ponto forte são os cenários e figurinos de Ney Madeira, que extrapolam a realidade, e a inserção de techos do conto, na voz dos narradores, que costuram toda a trama."


Fonte: Portal Sesc SP e Cacilda Blog de Teatro.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
Chula chulé chula!!
Era uma expressão que se dizia lá em casa quando a gente, ainda criança (é bom lembrar!!!), queria que alguém cheirasse o nosso pé acima de qualquer suspeita, ou seja, era o mesmo que dar o atestado de qualidade como garantia de que a pessoa não iria ficar amarelo na seqüência.
Naquele tempo, de temíveis botinhas ortopédicas, congas, dorksides (em dia de chuva então...) e sapatos modelito "by Company", só mesmo um bom banho, escalda-pés com bicarbonato ou esfrega-limão, era capaz de apagar os indícios, do uso contínuo, dia após dia, dos calçados daquela vida de estudante...
Mas, os tempos mudaram, o sapato evoluiu e hoje estamos na era dos sapatos com cheiro de menta. Hã?! Como assim?! É que no Japão (só podia ser lá), onde as pessoas tiram os sapatos na casa dos outros e em muitos bares e restaurantes, uma empresa fabricante de sapatos criou uma palmilha, com aroma de menta que disfarça (será? será?) o odor das meias e dos pés. A palmilha fica encaixada dentro do sapato (detalhe: nunca vi palmilha ficar fora...), permitindo ao usuário "bombear vapores de menta a cada passada" (não soou como uma poesia?!).
A novidade é um sucesso entre os empresários, que além de terem seus pezinhos perfumados ainda garantem uma grana extra no final do mês. kkkk
Então, tá combinado!! A partir de agora tá todo mundo liberado pra dizer: Chula chulé chula!!!
P.S. Só a título de informação para os interessados, o par de palmilhas custa 3.000 ienes, o equivalente a 28 dólares e dura por 6 meses. Ulalá!!!
Fonte: Yahoo Notícias.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2008
Faça o que eu digo, não faça o que eu faço
"Se conselho fosse bom, a gente vendia", diz o antigo ditado. E num é que se vende?! E muito.
Não é à toa que as bancas de jornais e revistas estão cheias de colunistas e especialistas dos mais variados assuntos. E o que falar, então, dos livros de auto-ajuda?! Verdadeiros "best sellers" responsáveis pela grande fatia de vendas que movimenta o mercado de livros. Já parou para pensar nisso?! A dificuldade de pôr em prática aquilo que é o "certo" ou ideal, nos faz dar voltas e mais voltas, para se chegar no velho e bom "eu". E portanto, não é o conselho que é ruim, somos nós mesmos que somos indisciplinados, imperfeitos, inacabados, e que, cá pra nós, não dá pra seguir à risca tuuudo tin tin por tin tin. Então, porque ainda assim, insistimos em comprar, ler, consumir, tudo o que nos promete mudar as nossas vidas?! Tenho um palpite, pretensioso, nada inédito, infantil, mas um palpite. Porque estamos procurando ser pessoas melhores (mesmo que apenas na teoria), esperando o grande dia de pôr em ordem tudo o que está fora do lugar, organizar o caos, e conseqüentemente, toda a nossa vida.
Pensando nisso, lá fui eu, mais uma vez, ler a reportagem-manual, que ensinava a organizar a nossa despensa (dor de cabeça-diária) de cada dia.
Um ótimo lugar pra começar a organizar a vida, não?!
Quem nunca comprou...
Produtos que já tinha comprado?
Produtos que não precisava?
Produtos vencidos?
Quem nunca...
Estocou produtos?
Perdeu produtos por esquecer de olhar a validade?
Teve surtos de compra desenfreada porque "aquele" produto estava numa super, mega promoção?
Lembro de um grande amigo que, empolgado com o preço do palmito, comprou, simplesmente, a metade da gôndola de palmito do supermercado, sozinho. E ao chegar em casa, a esposa perguntou o que ela iria fazer com aquilo, que mais parecia estoque de restaurante ou ponto de revenda. Lembro da empolgação dele por ter comprado o palmito a preço de banana e da esposa tendo que se virar em mil e uma receitas para poder dar fim ao produto, já que a validade não era das maiores.
E voltando à minha leitura, leio, releio, e procuro encontrar, realmente, algo novo. Talvez, uma super dica que fará mudar para sempre meu jeito dona-de-casa de ser. E nada encontro.
Tudo velho. Eu sabia. As clássicas e exaustivas dicas: 1) Tenha intimidade com os preços; 2) Leve uma lista ao supermercado; 3) Não fique zanzando pelas gôndolas; 4) Não vá ao supermercado com fome; 5) Faça a compra da semana 6) Depois das compras, organize o que for de geladeira, e na despensa, coloque o produtos que vencem, na frente; somada a ela, uma sugestão para lista de compras (para se fazer cópias) e a promessa de uma mudança de rotina revolucionária. Nada de desperdícios, nada de despesas extras, nada de frustrações...
Mas, uma enfática pergunta me acusa a consciência: Oh, meu Deus, por que eu sou assim?!...
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
O melhor bolo de chocolate do mundo
Lembram do episódio fatídico que me ocorreu na tarde de sábado, quando tentava fazer minha sobremesa metida à superprodução gastronômica?! (Post "Pequenos grandes desastres na cozinha"). Pois bem, ele foi compensado com um delicioso bolo de chocolate que a minha amiga Edma fez e traz sempre que vem aqui em casa. E que, sem dúvida alguma, é o melhor bolo de chocolate que eu já comi.
Negro, molhado e de sabor contrastante, doce-amargo, o bolo provoca elogios e uma seqüência frenética de "Hums" que, somente quem o prova, é capaz de saber sobre o que estou falando, ou pelo menos, tentando...
A receita do bolo me foi dada em outras datas, testada na cozinha, mas junto com ela não me veio as mãos da cozinheira, portanto, nem de longe o meu "protótipo de bolo", chegou aos pés do bolo da minha amiga.
Edma, obrigada pela visita, pela família, pela compainha e pelo bolo, incontestavelmente, o melhor bolo-de-chocolate-do-mun-do.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Eco...
Ontem, a Folha de SP, publicou na Revista da Folha, uma lista de opções para quem deseja adquirir uma dessas bolsas e contribuir para um mundo melhor.
Mas, serão as ecobags, eco...nômicas? Sei não (com raras exceções), com esse preço...
São elas:
1. Da Associação Abecal (R$ 42), à venda na loja Roda da Cidadania.
2. De Mário Hag (R$ 270), à venda na Divã.
3. Da Esencial (R$ 140), com renda revertida para a ONG Econsenso.
4. Da Kipling (R$ 299).
5. De David Cortez (R$ 45).
6. Da Rock Lily (R$ 171).
7. Da John John (R$ 158).
8. Da Jogê (R$ 38).
9. Da Salinas (R$ 165).
10. Da Tok & Stok (R$ 26).
Onde encontrá-las:
Roda da Cidadania - Rua Líbero Badaró, 569, centro. Tel: 3291-9735.
Divã - Al. Jaú, 1.593, Cerqueira César. Tel: 3062-1978.
Esencial - Rua Araçari, 246, Itaim Bibi. Tel: 3168-5601.
Kipling - Shopping Iguatemi, Av. Brigadeiro Faria de Lima, 2.232, Lj.C5, Jd. Paulistano. Tel: 3054-2520.
David Cortez - Rua Campévas, 151, Perdizes. Tel: 3871-1600.
Rock Lily - Al. Lorena. 1.592, Cerqueira César. Tel: 3061-1967.
John John - Rua Augusta, 2.763, Cj. 42, Cerqueira César. Tel: 3082-0009.
Jogê - R. Gaivota, 1.262, Moema. Tel: 5533-8737.
Salinas - R. Oscar Freire, 1.072, Cerqueira César. Tel: 3082-9715.
Tok & Stok - Av. Eusébio Matoso, 1.231, Pinheiros. Tel: 3583-4700.
Ou compre já a sua num estabalecimento mais perto de você!!
Carnaval Azedo?!







sábado, 19 de janeiro de 2008
Pequenos grandes desastres na cozinha...
Não tenho acompanhado a previsão do tempo nem pela tv nem pelo jornal. Mas, o fato é que, aqui, em Maceió, faz um calor escaldante, desses que faz a gente sentir uma vontade louca de querer tirar a roupa e sair correndo aos quatro cantos. Uhhhh, que calor!!!!!
Hoje, em especial, está mais quente que os outros dias da semana, e como havia convidado uns amigos para virem aqui em casa, precisava pensar no cardápio da noite. Pensei em fazer um lanchinho rápido e mais uma sobremesa, que fiz há algum tempo e que ficou deliciosa: Casquinha de chocolate recheada com mousse de morango.
A idéia parecia ser ótima, não fosse as altas temperaturas por que estamos passando...
Ainda assim, resolvi, arriscar e fazer a receita da sobremesa.
Para isso, precisei derreter o chocolate ao leite para forrar as forminhas e levar à geladeira enquanto fazia a mousse de morango. Forminhas devidamente forradas e com o chocolate já seco e moldado, hora de recheá-las. Ao derramar a mousse ainda líquida no inteior das forminhas, percebo que as casquinhas de chocolate se rompem uma a uma, deixando escorrer todo o conteúdo. Grrrr!!!!
- Quem fez isso?!
- Quem teve essa magnífica idéia, de usar chocolate na cozinha em um dia absolutamente fervente?!
Quando a cabeça não pensa, o corpo padece, e o seu jantar também... :(
Como levar sua máquina à exaustão
O motivo do meu sumiço do mundo virtual foi só e somente só, uma coisa que se chama "exaustão de memória". O que isso quer dizer?! Quer dizer que a pessoa que vos fala tem uma coisa chamada COM-PUL-SÃO, por quase tudo. Sofre um bocado ela...Mas, a verdade é que quando começa uma coisa, faz até cansar, nesse caso, faz até a memória do computador, pedir clemência, depois de muitos e muitos "alertas" dizendo: - Ei, num tá vendo que num cabe mais nada aqui não?! E a teimosa, insistir, insanamente, a querer colocar mais e mais coisas na cachola do tal do computador (pra ver se alivia um pouco a dela também). E foi aí, que ele resolveu fazer greve, disse que não ia mais trabalhar e simplesmente travou.
O máximo que ela conseguia fazer, era ligá-lo, mas exausto, tadinho...só conseguia dar sinal de vida...Então, a alma caridosa do marido, resolveu dar uma ajudinha, e começou a liberar a memória. A Sra. Compulsiva está em crise de abstinência por esses dias, porque, inclusive, conseguiu preencher a capacidade da máquina fotográfica também.
E haja memória...
quarta-feira, 16 de janeiro de 2008
Sabor em vasos

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008
Flautas Doces
Não só em concertos se pode ouvir o som suave de uma flauta doce.
O som que vem dessas flautas pode ser ouvido por quem as degusta, em qualquer lugar.
Com uma simples mordida, posso ouvir seu som de crocância e maciez simultâneo, acompanhado do doce sabor de seu recheio.
Esses Pastéis de Santa Clara, chegaram em minhas mãos através da Marta (a moça fazedora de Pão de Mel) e produziu um som próprio, característico, só possível de ser ouvido com o coração.
Obrigada Marta, mais uma vez, pela sua doce lembrança.
quinta-feira, 10 de janeiro de 2008
Nunca subestime uma lanchonete...
O marido precisava trabalhar e eu precisava levá-lo ao trabalho, para poder, então, fazer as compras da semana. Nesse corre-corre, saí de casa sem tomar café, apenas com um copo de suco na barriga. Tentei a lanchonete mais perto do trabalho do marido pra ver se conseguia comer alguma coisa antes de encarar o supermercado. Para a minha surpresa, a lanchonete, que estava acabando de abrir, só tinha coxinhas, risoles e pastéis, e claro, não rolava tanta fritura logo no café da manhã.
Decidi que arriscaria outro lugar, onde pudesse matar, de vez, a minha fome matinal.
Estava tão preocupada com a hora e mal percebi que já estava no supermercado empurrando carrinho. Fui direto para a lanchonete do próprio supermercado, como minha única opção. Ao chegar lá, a vitrine mostrava risoles, coxinhas, folhados, sanduíches, pastéis, croissants...
Coxinhas, risoles e pastéis já haviam sido riscados da minha lista.
Restou os croissants, salgados folhados é verdade, mas, naquele momento, pareciam-me os mais saudáveis. Escolhi croissant misto e torci para que tivesse feito uma boa escolha.
Ao morder aquele pão, ainda quente, vi sair de dentro um ar fumegante e perfumado, e as finíssimas camadas da massa folhada se abrirem uma a uma, macias por dentro e crocante por fora. Dentro, o recheio simples, queijo muzzarela e um rolinho de presunto (de boa qualidade) se esparramavam a cada mordida.
Sempre subestimei lanchonetes de supermercado por achar que nunca encontraria bons produtos feitos em grande escala.
Nada como ser surpreendida...
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
O Plágio de um Prato

Chegou a vez de eu tentar desenvolver uma receita simples mas que faz o maior sucesso, num restaurante de comida oriental aqui em Maceió, o New Hakata.
O carro chefe do restaurante é o Salmão grelhado na chapa com legumes (ou batatas fritas). Um prato que não leva muitos ingredientes, mas que por ser um prato relativamente saudável e saboroso, é o queridinho dos clientes.
Eu utilizei o que eu tinha na geladeira, portanto, alterando e/ou acrescentando alguns elementos na receita.
O prato não ficou idêntico, como não poderia ficar, mas foi aprovadíssimo pelo marido.
Numa frigideira antiaderente, eu coloquei um pouco de óleo e deixei dourar (um lado por vez, sem ficar mexendo) as postas do salmão temperadas apenas com sal. Reservei. Na mesma frigideira, coloquei brócolis cozido e picado, berinjela picada e repolho branco e roxo, fatiado bem fininho. Refoguei tudo, temperei com gergelim e sal.
Dispus em pratos de cerâmica fazendo uma caminha para o peixe.
Sirva com arroz branco (de preferência oriental ) e shoyo para temperar.
P.S.: Acho que para realçar ainda mais o sabor da receita, creio que o restaurante deva utilizar em vez de sal, glutamato monossódico, o chamado ajinomoto.
P.S2.: A receita original de legumes refogados, leva apenas repolho branco fatiado e cenoura ralada. É só substituir.
Para todos os sentidos...
Um restaurante bacanérrimo, de decoração temática à meia luz, que oferece, além de um mix afrodisíaco de temperos, carnes exóticas e opções vegetarianas; atrações diárias (como performance aérea, mulher encantadora de serpente e malabarismo com fogo), resultado da bagagem cultural do chef e proprietário do lugar.

Os ingredientes

O Preparo
O Prato

A Prova
Restaurante TANTRA Mongolian Grill
Rua Amaro Cavalheiro, 168 - Pinheiros
Tels.: (11) 3846-71 12 e 3842-8874
terça-feira, 1 de janeiro de 2008
Feliz 2008 (Tudo por um biscoito...)



Não foi à toa o olhar de desconfiança (primeira foto) da minha boxer
ao ouvir de mim a seguinte proposta*:
- Se você deixar eu colocar os óculos para as fotos, te dou um biscoito...
Ela deixou, eu tirei as fotos, ela ganhou a recompensa
e vocês foram contemplados com algumas das nossas travessuras.