quarta-feira, 5 de março de 2008

Ainda divagando sobre o adoçante...

Das tantas pessoas pegas de surpresa com o resultado da última pesquisa científica sobre o adoçante, sou uma das que, pouco ou nada, pra ser mais precisa, terei que mudar meus hábitos alimentares depois da publicação desse estudo. A razão é muito simples: Eu NÃO GOSTO de adoçantes. Não consumo adoçante de tipo algum, nenhum desses produtos que me venha lembrar o gosto amargo de remédio que eles têm, nada diet ou light. E não adianta me dizer que é pra eu mudar de marca, que o adoçante tal é melhor que o qual (qualquer relação com alguma marca é mera coincidência...). Pra mim, é tudo a mesma coisa, seja ele feito de sacarina, frutose, stévia, ou de qual substância for. Não vejo por quê consumir, desenfreadamente, esses produtos, que não por indicação médica.
Açúcar ou adoçante? Nenhum dos dois. Fico com o café amargo, o suco sem gosto ou o chá sem graça. Mas fico feliz. Quando posso, tomo com açúcar mesmo sem um pingo de remorso na consciência. Sou adepta ao uso moderado das coisas. E em todo caso, prefiro açúcares mais brutos como o mascavo ou o demerara, melhor ainda se forem orgânicos.
A receita para se manter dentro do peso ideal ainda continua sendo alimentação balanceada e exercícios físicos. Alguém aí falou em se manter em forma sem sacrifícios?!
A pesquisa revelou que o mecanismo que o adoçante adota para manter o organismo longe dos pesos extras é o sistema da "enganação", mandando uma mensagem para o cérebro de que o alimento ingerido não tem aquela quantidade de calorias e sim uma quantidade bem menor. Resultado, o cérebro não reconhece a informação, desregula seu "identificador de calorias" e termina por fazer o corpo engordar ainda mais.
De forma intuitiva, nunca gostei de adoçantes, talvez, por entender que é melhor encarar a realidade e deixar de querer enganar a si mesmo.


P.S. Nada pessoal, ok?!