
Fonte: Terra
"Ninguém gosta de comer sozinho. A comida é o anúncio de que o convidado é, antes de mais nada, bem-vindo"
Fonte: Terra
Preparo:
Dessalgue o bacalhau colocando-o num recipiente com água o suficiente para cobri-lo por inteiro e troque a água freqüentemente (dependendo da espessura do peixe poderá levar mais ou menos tempo, quanto mais alto o filé, mais tempo ficará de molho).
Desfie a carne do bacalhau, retirando pele e espinhas e reserve.
Corte as batatas em cubinhos e reserve.
Frite as batatas em porções pequenas, em óleo bem quente, até dourar.
Retire com uma escumadeira e deixe escorrer sobre papel-toalha.
No mesmo óleo, frite o bacalhau (também em porções pequenas) já desfiado até dourar ou se preferir, frite o filé inteiro e desfie, depois de frio, em lascas.
Escorra em papel toalha.
Pique a cebola e o alho e refogue, em outra panela, no azeite por uns 5 minutos ou até a cebola ficar macia.
Junte o bacalhau e a batata e misture tudo muito bem.
Transfira para a travessa onde será servido o prato e reserve.
Para o creme de natas, você vai precisar misturar em uma panela a maisena, a manteiga, a mostarde, a pimenta, o sal, o leite e o creme de leite.
Levar tudo, em fogo baixo, mexendo sempre até ferver.
Enquanto você prepara o creme, aqueça o forno em temperatura alta.
Espalhe o creme de natas por cima do bacalhau, polvilhe o queijo parmesão ralado e leve ao forno por 15 minutos ou até dourar a superfície.
Sirva imediatamente.
De preferência, com um bom vinho verde.
Bom apetite!!
Linha Bistrô da Ou.
Linha Folk da Oxford.
Linha Exotic da Schmidt.
Souplats da Urban.
GIFT FAIR BRAZILIAN INTERNATIONAL
De 03 a 06 de março
Expo Center Norte - SP
RESTAUBAR
De 07 a 09 de abril
Transamérica Expo Center - SP
Fonte: Revista Casa Cláudia e Site Gastronomia e Negócios
Das tantas pessoas pegas de surpresa com o resultado da última pesquisa científica sobre o adoçante, sou uma das que, pouco ou nada, pra ser mais precisa, terei que mudar meus hábitos alimentares depois da publicação desse estudo. A razão é muito simples: Eu NÃO GOSTO de adoçantes. Não consumo adoçante de tipo algum, nenhum desses produtos que me venha lembrar o gosto amargo de remédio que eles têm, nada diet ou light. E não adianta me dizer que é pra eu mudar de marca, que o adoçante tal é melhor que o qual (qualquer relação com alguma marca é mera coincidência...). Pra mim, é tudo a mesma coisa, seja ele feito de sacarina, frutose, stévia, ou de qual substância for. Não vejo por quê consumir, desenfreadamente, esses produtos, que não por indicação médica.
Açúcar ou adoçante? Nenhum dos dois. Fico com o café amargo, o suco sem gosto ou o chá sem graça. Mas fico feliz. Quando posso, tomo com açúcar mesmo sem um pingo de remorso na consciência. Sou adepta ao uso moderado das coisas. E em todo caso, prefiro açúcares mais brutos como o mascavo ou o demerara, melhor ainda se forem orgânicos.
A receita para se manter dentro do peso ideal ainda continua sendo alimentação balanceada e exercícios físicos. Alguém aí falou em se manter em forma sem sacrifícios?!
A pesquisa revelou que o mecanismo que o adoçante adota para manter o organismo longe dos pesos extras é o sistema da "enganação", mandando uma mensagem para o cérebro de que o alimento ingerido não tem aquela quantidade de calorias e sim uma quantidade bem menor. Resultado, o cérebro não reconhece a informação, desregula seu "identificador de calorias" e termina por fazer o corpo engordar ainda mais.
De forma intuitiva, nunca gostei de adoçantes, talvez, por entender que é melhor encarar a realidade e deixar de querer enganar a si mesmo.
P.S. Nada pessoal, ok?!
É...caros leitores, estão nos tirando, inclusive, o direito de escolher o que vamos comer...Seria isso justo?
"Quinta-feira (dia 28), o Greenpeace International e o grupo GeneWatch UK revelou, através de um estudo, que empresas de biotecnologia agem impunimente enquanto que os casos de contaminação transgênica continuam em escala global, com 39 novos casos em 23 países, o aumento corresponde a mais de 50% em relação a 2006.
A maior parte dos casos, envolve cultivos de arroz e milho, mas também inclui soja, algodão, canola, mamão papaia e peixes.
Em alguns testes realizados no Quênia, variedades de sementes de milho vendidas no país, verificou-se a contaminação de algumas delas, com a variedade MON 810 da Monsanto, proibida no país e banida de diversos outros na Europa, como a França, Áustria, Grécia, Hungria e Polônia.
No Brasil, o governo liberou recentemente essa variedade da Monsanto e uma outra da Bayer.
"O Brasil já tem alguns casos de contaminação em plantações de soja, principalmente na região Sul. Com a aprovação do milho transgênico, o número de casos só tende a crescer, porque o milho contamina muito mais facilmente", afirma Gabriela Vuolo, coordenadora da campanha de Engenharia Genética do Greenpeace Brasil, "e como nem a CTNBio nem o governo brasileiro fizerem regras, que protejam os agricultores e os consumidores, temos uma situação preocupante no país".
Governos de todo mundo negociarão ( dentro do Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança) entre os dias 12 e 19 de março em Cartagena, na Colômbia, egras internacionais para definir a responsabilização em casos de estragos causados por organismos geneticamente modificados (OGMs).
Alguns países como EUA, Japão e Nova Zelândia, se opõem a um acordo global desse tipo.
Confira aqui o Sumário Executivo do relatório Registros de Contaminação Transgênica de 2007:
www.greenpeace.org/brasil/documentos/transgenicos/sumario-executivo-do-registro
Ou a íntegra do relatório:
www.greenpeace.org/brasil/documentos/transgenicos/ge-contamination-register-2007 "
Fonte: Gastronomia e Negócios
Não venho por meio deste comunicar aos leitores que o blog ficará interditado por estar a minha cozinha em reforma. A empreitada de que falo, levou apenas algumas horas e se trata da receita de Bolo de Maçã e Canela, que resolvi fazer este final de semana. A empreitada começa pela composição da massa que leva farinha de trigo integral e que, portanto, não havia como a receita não ficar densa, compacta, pesada. Depois de agregar todos os ingredientes e desistir de mexer com uma colher de sopa (quem teve essa magnífica idéia ?!), só me restou pôr a mão na massa, literalmente. Ao final, depois de algum tempo de trabalho braçal, obtive uma massa digna de ser aplicada em qualquer construção civil, qual não era a sua textura. Fôrma de pudim untada e devidamente polvilhada, chega a hora de espalhá-la na fôrma. Espalhar? Rufam os tambores. Impossível. Se tentasse assim fazê-lo, seria nocaute, na certa, da pobre fôrma de pudim. Recorro mais uma vez a tão sofrida colher de sopa, que exerce, agora, funções de servente de pedreiro: retirar a "argamassa" da vasilha e cimentá-la na fôrma. Etapa concluída, hora de acionar o despertador-sirene de obra para acompanhar os momentos finais e decisivos do trabalho. Enquanto o bolo assa, sou surpreendida pelo perfume de canela que invade a minha casa. Corro para o visor do fogão e percebo que aquela massa, antes, sem elasticidade alguma, começa a ganhar forma e volume, tomando jeito de bolo. Aproximadamente, 1h depois, retiro do forno um bolo perfumado com uma casquinha crocante de açúcar e canela por cima. Deixo-o esfriar e então, sirvo-o para uma amiga, que depois de prová-lo, enche-me de elogios, aprovando a receita.
É...os brutos também são comestíveis...