domingo, 1 de fevereiro de 2009

Lendo a coluna de Janaina Fidalgo na Folha de SP,
descobri que o tal do sorvete salgado já tem dado suas caras por aqui.
Confira tudo, na íntegra.

Tem sorvete na comida

Sorvete incorpora ingredientes salgados ou agridoces
e vai parar na entrada e no prato principal; veja onde provar.
Guacamole virou sorvete. Vinagre balsâmico e queijo de cabra também. Nem a bottarga -as ovas da tainha desidratadas - escapou do congelador.
De sobremesa, docinho e refrescante, o sorvete incorporou ingredientes salgados ou agridoces, passou à entrada e foi parar até no prato principal.
E ideia de sabor é o que não falta."Eu brinco que, se é comestível, dá para fazer sorvete", diz Paula Saracchi, da Arte Gelati, que acaba de desenvolver uma linha de sorvetes salgados para a Sorelle Puccini, loja de chocolates na Vila Madalena que tem investido agora nos gelados.
Vendidos em potes de meio litro, os sorvetes de parmesão, gorgonzola, vinagre balsâmico, shoyu com gengibre e azeite de oliva com manjericão são recomendados pela proprietária, Rosely Puccini, como acompanhamento de saladas e de pratos frios ou como canapê.
Quem leva os sorvetes para casa recebe junto dicas de como servi-los: o de shoyu vai bem com salmão grelhado, o de parmesão pode ser colocado sobre uma folha de endívia. "Não é para tomar como se fosse sorvete doce, porque é mais enjoativo.
Mas como canapé, com torradas, fica bom", diz.Teste de aceitaçãoNo Identità Golose, um congresso italiano de cozinha de autor que acontece em Milão a partir deste domingo, os sorvetes "não-doces" são o foco da apresentação da brasileira Renata Braune, do Chef Rouge."Não é exatamente um sorvete salgado, mas um sorvete para a cozinha salgada, em que o doce pode estar presente, mas em segundo plano", diz a chef, reforçando que o açúcar é necessário para dar estrutura e não deixar o sorvete cristalizar.
A resistência dos clientes é o principal temor na hora de decidir se os sorvetes vão, ou não, para o cardápio. Os três sabores mostrados na Itália -queijo de cabra com manjericão; cerveja com café e chutney de goiaba- vão aparecer no restaurante paulistano, mas, ao menos por enquanto, de maneira discreta.
"É difícil vender. As pessoas se surpreendem muito com o sabor. No começo, vão à mesa como uma oferta da casa, na forma de um "amuse-bouche".
"No Boa Bistrô, a chef Tatiana Szeles está testando gelados de guacamole (servido com salmão defumado), de bottarga (com broto de coentro) e de roquefort com wasabi (com salada de brotos de beterraba).
"Tem algumas coisas que eu faço e deixo quietas na geladeira. Vou dando para os conhecidos, para quem gosta de comer, ou para quem pergunta se tem algo diferente", diz Szeles. "Há uma resistência pelo fato de ser um sorvete salgado.
Outro dia, vieram uns amigos aqui, e eu ofereci o de guacamole. E todo mundo: "Ai, guacamole?" É preconceito, falta de costume. Tem super a ver com o verão."E quem quiser provar? "Não tem no cardápio, mas está guardado no freezer, é só pedir.
"Refresco para a boca Quando colocou pela primeira vez no cardápio do carioca Eça uma entrada de atum marinado com sorvete de rúcula e queijo de cabra, o chef Frédéric de Maeyer se surpreendeu com a aceitação.
"Faz muito calor no Brasil, e isso refresca a boca", afirma o francês. "Coloco como sugestão do dia. Já fiz também de aspargos com parmesão e trufa, para acompanhar o salmão defumado, e um de beterraba com queijo de cabra.
"Agora que Maeyer tem um Pacojet, máquina que faz sorvetes e granitas, ficou bem mais fácil. "Antes, eu tinha que pedir para um fornecedor fazer. Agora faço o sabor que quiser."Mas mesmo quem não tem máquina de sorvete pode se aventurar em casa.
O chef Claude Troisgros, do Olympe, oferece às vezes no menu-confiança um sorvete salgado de wasabi com azeite, que, segundo ele, é "uma maionese congelada" que não passa pela máquina. "Agora tem que tomar cuidado com o sorvete salgado, porque pode virar uma coisa incomível.
Já provei um de ostra que não dava para comer, de tão ruim.
Tem que ser bem dosado, não pode ser o produto principal."

"Por que as chinesas não contam calorias"

Eu adoro comida chinesa, mas, nunca havia parado para pensar no que há por trás do preparo de seus pratos.
Foi quando ganhei de presente um livro dos meus pais e junto com ele, um desafio: preparar pratos segundo a filosofia milenar da cultura chinesa.
O livro é da inglesa Lorraine Clissold, que morou por 10 anos em Pequim e, preocupada em perder peso, começou a se interessar pela gastronomia local, mudando, completamente, a sua maneira de olhar para a comida.
Ao todo, são 15 segredos revelados por Lorraine, explorados pelos cinco sabores, reunindo os alimentos sólidos e líquidos e levando em conta o yin e o yang.
Além das explicações dadas pela autora, o livro vem recheado de receitas e tabelas explicativas para melhor desenvolvê-las.
A leitura promete nos fazer esquecer, para sempre, essa "história ocidental" de contar calorias.


quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Ontem...

- Zefa, pega aí a noz moscada.
- Nóis...o quê?
- Noz moscada.
- Oxe, nunca vi... O que é isso D. Ana???
- Essa bolinha aí que tá dentro desse depósito.
- O que é isso???
- Noz Mos-ca-da.
- Nóis...Nóis... sei não falar esse nome aí.
- Zefa, num tem nada de difícil não. Moscada é fácil de falar e noz também.
Você não fala "nós"? Então, noz moscada.
- Noz, como assim? Nóis como a gente???
- Esquece Zefa, esquece...

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

O que seus olhos veem?









Fotos? Não.
Pinturas a óleo que beiram a perfeição do artista Ralph Goings.
Dá pra acreditar?!

Surpreenda-se

Se você pensa que já viu de tudo em matéria de sorvetes, precisa conhecer os sabores japoneses dessas sobremesas geladas. Primeiro, que eu, no meu conhecimento insignificante, jamais imaginei existir sabor de sorvete salgado, já começa por aí... Segundo que, que japonês adora uma novidade, isso todo mundo sabe, mas se refrescar com sorvete de... cobra? Isso mesmo. SOR-VE-TE DE CO-BRA.

O motivo da estranheza não se resume apenas ao fato dessas delícias serem criadas, mas de fazerem o maior sucesso entre japoneses e visitantes de Sunshine Namja Town, a Cidade dos Sorvetes, que recebeu cerca de 2 milhões de pessoas no último ano e que oferece mais de 500 sabores de sorvete de todo o Japão e de outras partes do mundo.
Então, confere aí "as delícias" pra esse verão e decida se você também encararia numa linda tarde de sol um potinho desses...

* Sorvete de cobra (típica da Ásia, chamada mamushi);
* Sorvete de Chá Verde servido com waffer;
* Sorvete de Coca-cola (com balinha que estouram na boca);
* Sorvete de Caviar (mistura de creme de baunilha com ovas);
* Sorvete de língua de boi;
* Sorvete de asa de frango assado;
* Sorvete de lula;
* Sorvete de polvo;
* Sorvete de barbatana de tubarão;

* Sorvete de camarão;
* Sorvete de alho;
* Sorvete de berinjela;
* Sorvete de inhame;
* Sorvete de abóbora;
* Sorvete de wasabi;
* Sorvete de tofu;
* Sorvete de soja fermentada;
* Sorvete de molho de soja;
* Sorvete de arroz;
* Sorvete de salada (com pedaços de pepino e alface);
* Sorvete de cerveja;
* Sorvete de vinho;
* Sorvete de caranguejo;
* Sorvete de macarrão instantâneo com sopa de pasta de soja (miso);

Fonte: www.estilo.uol.com.br

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

E a loira virou morena...

Cansada de ser alvo de chacotas e piadas sem graça, a loira resolveu ficar...morena.
E já vai logo avisando, apesar de ter mudado de cara, continuará amarga.
Batizada de Chocolat Brewery, acaba de ser lançada a "cerveja de chocolate", lançamento da Sapporo, uma das mais conhecidas empresas de bebidas do Japão, a cerveja promete esquentar os dias de inverno no país. Feita à base de malte e chocolate, a cerveja terá vendas exclusivas pela internet através do site www.sapporobeer.jp/ ao custo de R$ 35,00 três latinhas da bebida. E só serão vendidas com prazo de vendas limitado, mais especificamente entre os dias 14 e 23 de janeiro. Chegando ao mercado após o dia 30 em algumas lojas de conveniência de Hokkaido, local onde também fica a sede da empresa.

Fonte: www.madeinjapan.uol.com.br

segunda-feira, 12 de janeiro de 2009

E por falar em insetos...

É... A criatividade humana não tem limites...

Fruto de uma campanha publicitária do Greenpeace,
esses insetos foram confeccionados a partir de coisas comestíveis.

Bom, pelo menos esses aí dão pra gente encarar numa boa,
bem diferente daqueles que estamos acostumados a ver em reportagens nas grandes feiras livres do oriente: espetinho de escorpião, espetinho de barata, espetinho de bicho da seda, ... Arrrghhhh!!!





Fonte: www.trendhunter.com