sábado, 4 de julho de 2009
Niver do Blog
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Celebração
segunda-feira, 30 de março de 2009
Chegou!!!!!!!
Depois de algumas horas, ela chegou por aqui, entregou a máquina com os acessórios, pediu para eu conferir se estava tudo ok e ainda me deu outro picolé de limão, no mesmo sabor do que eu comprara.
É...às vezes, o que parecia impossível, simplesmente acontece... tudo isso em apenas 7 dias...
Legal, não?!
quarta-feira, 25 de março de 2009
À espera
Hoje liguei para a Unilever, empresa responsável pela tal promoção Foto no Palito, da Kibon, na qual fui contemplada. Passei os dados, guardei o molde com o n°. de série... tudo como manda o figurino.
Agora é só esperar... ;)
segunda-feira, 23 de março de 2009
Trevo Restaurante
Gosto de Infância
Kibon nada, Ki Óoooootimo!!!!!
Até então eu me enquadrava na categoria de "pessoas desprovidas de sorte" quando o assunto era sorteios, prêmios e afins. Mesmo porque nunca botei fé nesse negócio e também achava que tudo não passava de jogo de marketing para o consumo desenfreado aumentar e enrolar os bestas...Bom, mas, mesmo sem dar muita bola pra isso, o que eu considerava impossível, aconteceu...: fui contemplada com uma máquina digital nesse final de semana.
De passagem pela linda cidade de Penedo-AL, numa parada de, no máximo, 30 minutos, à espera da balsa para atravessar o Velho Chico, meu pai sumiu e ressurgiu trazendo nas mãos uma pilha de picolés da Kibon para distribuir entre a família, aleatoriamente.
Na pilha, alguns picolés de fruta e outros de chocolate.
Como estou evitando ingerir chocolate por causa da amamentação (dizem que não é legal...), fiquei com o picolé de limão.
Ao abrir o picolé e aparecer aquela pontinha (que eu considero a sua melhor parte, a primeira mordida), dei de cara com um picolé metade branco, metade transparente.
-Alguma coisa está errada... deve ter vindo trocado o sabor...
-Peraí, peraí... Acho que ganhei alguma coisa...
Meus olhos mal podiam acreditar...
Eu estava sendo contemplada com uma máquina digital da Sony 7.2!!!
-Uma máquina fotográfica?! Brinque não... Logo eu... que nunca tive o prazer de ser contemplada nem em sorteio de balaio de São João...
segunda-feira, 16 de março de 2009
WELCOME !!!
No cardápio, o prato principal escolhido foi camarão (que eles adoram, e assim, eu não corria o risco de errar).
Sai com o marido para comprar os bichos ainda frescos na balança e, de fato, os camarões com casca e tudo estavam uma beleza de fresquinhos, mas, como minhas visitas, chegariam em apenas 4 horas e levando em consideração que eu ainda tinha os acompanhamentos e a arrumação da casa por fazer, decidi investir nos filés (mesmo que custando o dobro), que já vinham prontos e era só esperar o tempo certo para preparar o prato em alguns minutos. Estavam todos bem graúdos e mergulhados em gelo para resfriar. Foi aí que eu dancei. Preocupada em chegar em casa, colocar a bebê para mamar, para dormir e ainda dar conta de tudo, meti os bichos na geladeira e fui cuidar do resto. Já eram 10h da manhã e eu precisava acelerar os trabalhos.
Corro daqui, corro de lá, e ao meio dia resolvi retirá-los da geladeira para começar a preparar o prato. Pra minha surpresa, ao abrir o saco, senti um cheiro desagradável entrar pelas narinas e tocar o alarme de perigo na minha cachola.
- Não, não,... deve ser só impressão... (custava eu acreditar no que estava acontecendo...)
- Cheirava mais um pouco e o alarme tocava novamente: Tá estragado!! eu pensava...
- Não, não é possível!!
- Zefa, vem aqui. Cheira esse camarão e me diz o que tu acha.
- Dona Ana, pra mim, tá bom, porque são duas coisas que fedem: peixe e camarão.
- Pra quê que eu fui perguntar?!
- Agora um dilema rondava a minha cabeça: será que está estragado mesmo ou eu tô com neura nesse negócio de cheiro?!
- E se eu jogar isso tudo e não tiver estragado?!
- E se eu não jogar, o povo comer e depois parar todo mundo no hospital por minha causa?! (Levando em conta que eles tinham uma bebê de 1 ano e meio e uma amiga americana, com estômago estrangeiro e que talvez não fosse suportar uma infecção causada por crustáceo)
Titubiei, titubiei mais um pouco e fui em frente.
Os bichos não estavam completamente limpos, ainda restava retirar as tripas e isso levaria tempo, e pra não dizerem que não persisti, fui até o fim.
Camarões livres de cocôs e de bumbuns limpinhos (normal pra uma mãe que limpa bumbum de neném 24h por dia, o que seriam bumbuns de camarão?! Café pequeno.)
Começo a fazer a receita: Camarões ao Thermidor, era o prato. Aí, paro, penso e mais uma vez o fantasma do cheiro forte me acusa o juízo, melhor não... já pensou se a estrangeira tentando se comunicar, começa a falar "camaron tem-mim-dor" avisando que tá com uma baita dor de barriga e nós do outro lado: isso, isso, prato francês camarão a thermidor, muito bom, very good!!
Ai, ai, não gosto nem de pensar...
O impasse era grande, de um lado, uma vontade louca de satisfazer meus convivas com um prato que eles adoram e que, provavelmente, ansiavam por devorá-lo uma vez que a propaganda foi grande. De outro, a preocupação de alguém adoecer por minha culpa. Medo, muito medo.
Ao terminar de refogar todo o camarão, não me restavam dúvidas, estava estragado.
Liguei para o marido e coloquei em prática o plano B. Comida pronta para completar o que estava faltando, a outra parte do plano B era voltar na balança e esganar o pescoço do infeliz que me vendeu o camarão com sorriso no rosto, afirmando que tudo tava "fresquinho, fresquinho". Ô ódio...!! Mas, essa parte o marido-ajuizado não deixou eu executar não...
Comprado a comida pronta, terminado a arrumação da casa e o restante do almoço, foi só esperar o pessoal chegar e contar toda a história.
No fim tudo deu certo... Entre mortos e feridos, todos comeram felizes e satisfeitos e não tivemos que ir para o hospital. Que alívio!!!
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
Intercâmbio Cultural
Muitas vezes passamos por experiências que, a princípio, julgamos ser negativas. Com o passar do tempo, vimos que "até que não foi tão ruim assim" ou, simplesmente, damos um novo significado e a enquadramos como mais uma experiência que enriqueceu nossa história, nossa vida.
Essa história começa quando há alguns meses, depois de ter recebido a notícia de que eu estaria grávida, decidimos (eu e o marido) que era hora de dispensarmos nossa diarista e contratarmos uma empregada fixa, que assumisse nosso lar doce lar nas tarefas diárias.
Foi quando eu, com 3 meses de gestação, contratei uma moça que se enquadrou no perfil que estávamos procurando e iniciei o bom e velho treinamento por qual toda boa dona de casa passa, o de preparar sua secretária para os afazeres domésticos, deixando as coisas do jeitinho que os donos da casa gostam. Lá se foram algumas semanas de "treinamento" e um investimento de que tudo correria bem conforme o acertado. Ela cuidaria da casa enquanto eu me ocuparia com a gestação e me prepararia melhor para receber nossa filhinha.
Pois bem, quem já teve que contratar empregadas domésticas sabe o quanto é difícil administrá-las e ainda assim não temos garantia nenhuma de que tudo correrá às mil maravilhas...
Passados alguns meses... e justo na semana em que eu já estava com 7 meses, com os convites do chá de bebê entregues, um serviço de gesso sendo executado no quarto de bebê e com um pintor prestes a entrar na minha casa com seus pincéis, tintas e apetrechos, recebo a agradável notícia de que aquela mulher, que havia me prometido juras de fidelidade durante a minha gestação e após ela, disse que estava indo embora porque havia encontrado outro emprego.
E eu como é que fico? Fico com cara de pastel, a ver navios a essa altura do campeonato com tantas coisas pra resolver e administrar sozinha justamente na hora em que eu mais precisava de alguém.
Passada a semana estressante entre a correria e as ligações sem fim no intuito de encontrar alguém que pudesse, urgentemente, me socorrer e me tirar dessa escuridão, eis que surge uma luz no fim do túnel, melhor dizendo, uma indicação por uma prima.
E assim, Josefa (Zefa ou Zefinha), entrou na minha vida.
Além dos requisitos básicos exigidos por qualquer dona de casa (saber lavar, passar, cozinhar, gostar de crianças - no meu caso, cuidar da casa), algumas exigências eu tinha, digo, eu tinha porque, depois de Zefa, muita coisa mudou...
1. Não pode ter medo de cachorro (eu tenho uma boxer), 2. saber ler e escrever (para poder fazer comidinhas novas, anotar recados...).
Zefa sabe fazer o básico, mas tem medo de cachorro e não sabe ler nem escrever...
E agora?! O que fazer?! Dou ou não dou uma chance pra moça?!
Dúvidas permearam meu juízo por dias até eu finalmente me convencer que era preciso dar uma chance para uma mudança radical nos meus conceitos, deixar o preconceito e o conforto de lado e partir para uma experiência absolutamente nova, quebrando todos os meus paradigmas.
Seu primeiro dia de trabalho me fez enxergar as coisas com outros olhos.
Sem nunca ter tido sua carteira de trabalho assinada nem de ter recebido um salário mínimo durante toda a sua vida, apesar de trabalhar desde os 8 anos de idade, fui surpreendida com o sorriso de felicidade no rosto dela ao saber que teria esses "benefícios" ao ser contratada por nós. Sua felicidade era tanta que, seu hábito de esconder o rosto ao sorrir por sentir vergonha ao mostrar sua boca incompleta pela falta de dentes, iluminou o rosto sofrido, mas ingênuo, daquela que sempre sonhou com dias melhores e que aquele dia, sim, estava chegando... Apenas uma oportunidade de trabalho "fixado" era tudo o que ela queria...
Eu, do outro lado, procurava não me envolver, nem me emocionar com as histórias de vida que Zefa contava (e conta), mas tem sido difícil não me comover com tantos contrastes entre nós.
Morando num bairro pobre, e sem ter tido oportunidade de trabalhar por muito tempo em lugares fixos (o máximo que fez até hoje foi trabalhar com "bicos"), Zefa me surpreendeu ao dizer que nunca havia visto e muito menos comido uma couve-flor, aliás, não conhecia o legume nem sabia seu nome...
Dentre outras coisas que me surpreenderam está a sua linguagem própria de falar, seu vocabulário de "outro planeta" e como isso, tem me enriquecido diariamente.
Como se não bastasse, tem uma dificuldade enorme de aprender, memorizar e pronunciar palavras tidas, por nós, como simples e que já fazem parte do nosso cotidiano.
Brócolis, na versão Zefa, é "Bróco" (ela também nunca havia visto um antes).
Orégano é orega.
E por aí vai...
Por mais que eu ensine, soletre e repita, sua língua tem vida própria, trava, engancha, e lá se vai todo o meu esforço...
E ainda tem um repertório de coisas com os nomes trocados ou com nomes próprios...
Frigideira é "assadeira".
Assadeira é "Palafrão".
Qualquer prato principal do almoço é "Mistura".
Hoje ando com meu caderninho mental anotando tudo de "novo" e com uma curiosidade enorme pra desvendar mais palavrinhas novas...
Como diz Fernando Anitelli: " ... Mas quando alguém te disser tá errado ou errada, que não vai S na cebola que não vai e não vai S em feliz, que o X pode ter som de Z e o CH pode ter som de X, acredito que errado é aquele que fala correto e não vive o que diz..."
Sábias palavras...
Zefa, tem muito o que ensinar... eu, tenho muito o que aprender...
sexta-feira, 24 de outubro de 2008
Brincando de casinha
Recolhíamos folhas, flores e frutos do jardim e lá estávamos nós preparando verdadeiras refeições para alimentar nossas "filhinhas". O tempo passou e junto com ele ficou a saudade daqueles tempos em que felicidade era ter um cantinho onde nós pudéssemos passar horas desfrutando da compainha das amigas numa casinha minúscula mas cheia de imaginação.
segunda-feira, 19 de maio de 2008
Divagações abstinentes...
quinta-feira, 27 de dezembro de 2007
Balanço X Balança

2. Pernil de porco assado fatiado, com tempero suave e bastante suculento.
3. Presunto defumado fatiado, clássico de Natal.

1. Tomates cerejas recheados com cream cheese,
decorados com folha de manjericão e sementes de papoula, minha pequena contribuição.
2. Cerejas frescas, um charme à mesa. 3. Farofa de banana, perfeita para acompanhar assados. 4. Torta Alagoana de Bacalhau da minha mãe, você nunca comeu nada igual!!!!

Salada de acelga, kanni e curry, feita por mim.
Morangos frescos com creme de leite e açúcar.
De sobremesa, servimos: 1. Torta de Maracujá da minha Tia Naná. 2. Brownies com sorvete de creme, a pedidos. 3. Doce de caju cristalizado. 4. Biscoitos caseiros sortidos. 5. Palha Italiana, das mãos da Miss Melancia. 6. E os morangos da foto.
* A foto da mesa de sobremesa não teve porque a fome era muita, o tempo era curto e o juízo foi embora com a comida.
Presentes de Natal
O livro Chocolat de Joanne Harris, um romance contado pela própria protagonista Vianne Rocher que ao chegar no vilarejo francês de Lansquenet-sous-Tannes no último dia de Carnaval resolve ficar no lugar, abrindo, depois de estabelecida, uma loja de chocolates finos em frente à igreja, comprando uma briga com o padre Reynaud, que ver nela uma inimiga, uma ameaça à fé dos moradores do local. No entanto, Vianne cativa as pessoas, uma a uma, que entre um chocolate e outro vão redescobrindo os prazeres da vida.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
O sabor do Natal...
Fazia tempo que não me dava o prazer de comer boas fatias de queijo do reino legítimo, daqueles de cor, textura e sabor inigualáveis, o qual me remete, instantaneamente, à época do Natal da minha infância...Esses dias, havia comentado com o marido do meu desejo, neste Natal, de pôr na boca um pedacinho que fosse, só para matar a saudade.
E não é que hoje ele me trouxe um queijo do reino inteiro, envolto na sua balagem original?!
Ao chegar em casa, corri em passos largos para a cozinha a fim de matar, definitivamente, aquele sentimento que tanto me perturbava e me fazia viver momentos "flashbacks".
Peguei o abridor de latas e comecei a abrir o meu "tesouro", como se fosse o último queijo do reino da face da terra.
Abrir aquela ostra de lata e encontrar a linda esfera cor de rosa no interior dela, foi algo indescritível. Coisa que só se sente quando se consegue alimentar além do corpo, a alma.
domingo, 25 de novembro de 2007
É Natal!!

Olhando para esse cajueiro, sem folhas e cheio de frutos, me veio à memória momentos da minha infância...
Onde minha mãe escolhia um galho de árvore seca e levava-o para casa no intuito de transformá-lo em uma pequena árvore de Natal. Por muitos anos ela fez assim.
Com o galho seco em casa, chamava a mim e aos meus irmãos e ficávamos todos em volta da árvore dependurando seus adornos.
Além de colocar aqueles penduricalhos (que podia ser qualquer coisa, bolas, chocolates, bonecos, estrelas,...), bom era ver aquela árvore ser transformada...Galho morto em árvore viva...
Podia ser de pipoca, de algodão, pintada com spray ou tinta à mão, podia ser branca, dourada, prateada ou da cor que a gente quisesse, mas a árvore tinha que ser feita por nós...
E era isso que fazia toda a diferença. Hoje vejo árvores sintéticas prontas, de todos os tamanhos e cores, mas nada se compara àquelas árvores...feitas de imaginação...
É só olhar para qualquer galho seco e a minha árvore de Natal está montada.
Obrigada mãe, por me fazer enxergar aquilo que os outros não vêm...
sexta-feira, 26 de outubro de 2007
Tristeza na Cozinha...
Nunca havia pensado em cozinhar sentindo tristeza... Mas, um pedido me foi feito...
E eu não pude dizer não...
Minha sogra iria se submeter a mais uma sessão de quimioterapia, tinha anemia e precisava de energia para enfrentar o tratamento.
E eu, triste e confusa, precisava pensar numa receita doce, que ela gostasse e que lhe trouxesse um pouco mais de alegria...
Como dar alegria sentindo tristeza?!
Sugeri "Bolo de fubá com goiabada". Minha sugestão, então, foi aceita.
Separei os ingredientes e fui para a cozinha.
O bolo cresceu, ganhou volume, mas ao desenformar...ele se partiu, como também estava partido o meu coração...
Ainda assim e meio sem graça, levei o bolo até ela, pedindo desculpas por ele não ter saído como eu tanto queria...
E ela, sem apetite, se esforçou para provar. Pediu desculpas por não conseguir comer mais e pediu que deixasse sobre a mesa para poder comer, quando pudesse, um pouco mais.
Ontem foi o seu sepultamento...
Fiquei pensando...
Definitivamente, cozinhar não combina com tristeza...
Às vezes, é preciso tempo para sentir o gosto salgado das lágrimas...
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
Mas eu me mordo de ciúmes...
Ele já tem quase 17 anos. É meu companheiro de muitas horas. Está sempre disposto a me dar uma mãozinha na hora que mais preciso. Me faz relembrar momentos especiais com a família e os amigos. Guarda alguns dos meus segredos. Vive tentando me lembrar, quase sempre, o que esqueci. É fiel. Nunca me deixa na mão. Esconde relíquias da minha adolescência. É cúmplice de horas felizes em meio às panelas, sócio e parceiro de tarefas prazeirosas, testemunha da imensa alegria que sinto em receber, responsável por boa parte do meu repertório culinário e culpado, na maioria das vezes, pelo meu desempenho na cozinha.
Com vocês... Meu primeiro caderninho de receitas!!!!
E por ele ser assim, não há como não ter ciúmes dele...
Tô certa ou tô errada?!
domingo, 9 de setembro de 2007
Dia E (E de Estréia)



Dia de juntar todo mundo em volta da mesa e colocar o papo em dia, de provar receitas novas, de se arriscar na cozinha, de fazer combinações...
O resultado da receita a gente percebe antes mesmo de degustá-la, pela textura da massa que cozinha em menos tempo e que dá um diferencial, pra lá de especial, no resultado final do prato. Tudo muito artersanal. Me senti na própria Itália em meio às festas napolitanas... rsrs. Pura diversão e prazer.
domingo, 26 de agosto de 2007
Intercâmbio de Sabores
Meu primeiro post foi sobre os mimos da minha vizinha.E como ela não pára de me fazer gentilezas e demonstrar seu carinho, resolvi voltar a escrever sobre ela.
Fiz uma receita de mousse de morango e entreguei a ela nessa tigelinha aí (de vidro com tampa própria) em agradecimento às dezenas de vezes que ela me fez um agrado.
E para a minha surpresa, ontem, ela me devolveu a tigelinha com um empadão de camarão dentro.
Ai ai vizinha...tô começando a ficar mal acostumada... :)


